sexta-feira, 27 de julho de 2007

FANTOCHES

UTILIZEI NA AULA DE RESPEITO AO PRÓXIMO!
LINDINHOS!!
Aula:
Respeito à Propriedade alheia
Objetivo: Mostrar as crianças a necessidade de amar e respeitar o próximo, sua propriedade e seus direitos, assim como gostaríamos de ser respeitados.

Motivação Inicial: A Evangelizadora entra com o “Baú de Historias”, perguntado sobre algo seu que foi retirado do lugar por alguém, e que agora ela não acha, dando introdução para a narração da historia “O Porquinho Xereta”

Numa linda fazenda aqui perto, mora Dona Maricota e seus adorados animais. Ela adora seua animais e os trata tão bem, que até pareciam gente. Mas tinha um porquinho que era o seu xodó. Seu nome era Xereta. Muito lindinho, muito fofinho, mas danado que ele só! Tinha muitos outros porquinhos na fazenda,mas igual ele, ninguém era...
Vivia xeretando tudo e o pior era que pegava as coisas de todo mundo, tirava do lugar sem pedir, comia as coisas dos outros animais. Ah era um sufoco!
Mimosa, a vaca premiada da Dona Maricota. gostava muito do porquinho Xereta, e com muita paciência dizia:
Mas Xereta, já não te disse que é muito feio mexer nas coisas dos outro sem permissão....
Tem que falar com o dono das coisas, respeitar todos...
Mas ele ouvia em silencio, mas nem dava bola. Pegava o milho da Mimosa e comia escondido.
Pegava o osso do cachorrinho Rex, e escondia, so para deixa-lo irritado.
Até a Dona Maricota ele não respeitava. Pegou o espanador dela e saiu brincando por aí!
Mas um dia ele teve sua lição.
Todos os dia, antes de deitar, Xereta sempre lia sua revistinha de aventura preferida. Quando foi procurar, cadê?
Procuro, procurou e nada.Amanha eu acho, disse ele.
Então foi comer algo, tinha atpe guardado uma laranja deliciosa para depois, e cadê a laranja?
Quem teria se atrevido a pegar sua laranja? Foi deitar com muita raiva e então viu, seu quarto na maior bagunça! Tinham mexido em tudo! Que absurdo!
Parou, pensou, que era isso que fazia com os outros, e viu o quanto é ruim que outros venham e não respeitem nossas coisas.
No outro dia, muito cabisbaixo, contou o que havia acontecido a Mimosa. Então ela disse.: Suas coisas estão aqui. So queríamos mostrar a você o quanto é importante respeitar o próximo e também a propriedade alheia.
E desde esse dia em diante o porquinho Xereta, so era xereta no nome.

Conversar com as crianças sobre o seu dia a dia e o respeito com os semelhante, em casa, na rua, escola, Evangelização.

Atividade fixação: Fantoche Porquinho, confecionado com pratinho de bolo e palito de sorvete.



Aula


Fé raciocinada
Base doutrinária: Evangelho Segundo o Espiritismo: cap. 11 item 13, Capítulo 27 todo; Livro dos Espíritos, Perguntas: 4 a 6, 165, 192; Escrínio de Luz. Cap.:”Fé e Caridade”, “ Fé e Ação”
Objetivos:Levar as crianças a entenderem que:
Ø A Fé e humildade é que nos dão os recursos para o nosso fortalecimento, até que o Pai possa nos conceder o que merecemos
Ø Por maior que seja nosso sofrimento e desilusão, não devemos perder a confiança em Deus. Devemos conservar nossa Fé.
Ø Fé não é somente em Deus, mas em tudo o que acreditamos de coração
Ø Para ter uma fé raciocinada, devemos estudar, entendermos, para depois acreditar
Atividades iniciais:
1. Canto
2. Prece inicial
3. Introdução ao tema:
Perguntar:
a) O que você quer ser quando crescer? Você acha que vai chegar lá? Por quê?
Escutar respostas e comentar.
b) O que é fé? (escrever Fé no quadro)
Fé: certeza, crença em algo (dar exemplos: quando torcemos por um time em um jogo, acreditamos que ele vai ganhar; quando acreditamos em Deus e em seus ensinamentos, acreditamos que são o melhor caminho a ser seguido)
c) O que mais conhecemos e falamos: certeza da existência de Deus.
A fé cega e a Fé raciocinada
Malefícios da fé cega (dar exemplo: se alguém em quem confiamos muito, nosso melhor amigo nos diz da existência de um Sol azul) ? logo caímos em descrença.
É o que acontece com muitos que simplesmente acreditam em tudo o que ouvem, sem procurar conhecer.
Logo: fé inabalável é aquela que encara a razão e vence!
Esta é a fé raciocinada (completar título no quadro);
É dessa que a doutrina espírita nos fala;
É essa que devemos cultivar;
Como ter fé raciocinada? (Através do estudo)
Por isso que a doutrina nos traz: “Amai-vos e Instruí-vos” (escrever no quadro);
É para isso que estamos aqui todos as sextas; não é somente para ouvirmos e acreditarmos. Devemos tirar nossas dúvidas, entender tudo o que ouvimos, para depois podermos explicar a quem nos perguntar.
Pela certeza de um futuro certo, a fé nos serve como incentivo, alavanca de progresso e força para superar obstáculos. A fé raciocinada nos faz caminhar em linha reta, pois temos a certeza do caminho a ser seguido.
Desenvolvimento do tema:
Explicar que nossa fé é uma chama, que não podemos deixar apagar. Acender uma velinha.
Perguntar: -Como apagamos uma chama? Vento. Então vamos testar essa chama, vamos avaliar a nossa fé?
4. Desenvolvimento do tema
Fazer um leque, sentar em círculo em volta da vela. Explicar que existem muitas circunstâncias no mundo testando a nossa fé. As dificuldades, as tristezas... assim como agora a vela está com muitos leques a sua volta.
Contar uma estorinha e pedir para que nos momentos ruins (nos quais eles sentirem que o personagem sentiu) tristeza, raiva, desespero, angústia, eles abanem, tentando apagar a vela. Quando forem momentos bons, de alegria, amor, paz, eles parem.( Se a vela apagar, o evangelizador acende novamente.)
Estória: “A lição do jabuti” - retirada do livro “O Besouro Casca Dura”
A águia abriu as grandes asas e ergueu vôo. E viu na Floresta Maravilhosa vários porquinhos brincando de rolar pela grama. “Onde estará a mãe deles?” – pensou ela. E, como não vise Dona Porca pelas redondezas, voou com rapidez em direção aos porquinhos e... zás! Levou um para o seu ninho na Montanha Azul.
_Pare de chorar, disse a agia. Não vou lhe fazer mal. Eu vivo sozinha e você será tratado como se fosse um filhote meu.
Mas o porquinho continuava a chorar, cada vez mais alto, chamando pela verdadeira mãe.
_Já lhe disse para não chorar nem gritar. Não quero ficar irritada e castigar você.
Enquanto isso, lá em baixo, Dona Porca e seus filhinhos continuavam desesperados com o que acontecera. Foi quando vários animais, ouvindo lamentações, aproximaram-se, perguntando o que houve.
_A águia levou para o pico da montanha um de meus filhinhos! Ajudem-me! Por favor, ajudem-me! Quero meu filhinho mais novo de volta!
Os animais entreolharam-se
_Eu gostaria de ajudá-la, disse o tamanduá. Mas não posso, não tenho forças para subir a montanha, que é muito
alta!
_ E o senhor Quati?
_Eu?
_ Sim, pode me ajudar?
O Quati sacudiu a cabeça, negativamente.
_Ah, não posso...tenho medo de dona Águia!
Nesse momento, aproximou-se devagarzinho o jabuti conhecido pelo apelido de “Capacete”, devido à sua casca. E foi logo dizendo:
_Se a dona porca quiser, estou aqui para ajudá-la.
Os animais deram uma gargalhada.
_Ajudar com essas pernas curtinhas e esse corpo pesado? Exclamou o tamanduá rindo.
_Você não conseguirá com essas perninhas e com esse peso chegar ao pico da montanha! É melhor desistir, acrescentou o quati, achando, também graça.
O jabuti, muito sério, respondeu:
_Deus ajuda quem tem boa vontade. Eu sou pesado e tenho as pernas curtas, é verdade. Mas com minha vontade hei de trazer de volta o filhinho de dona porca.
E começou lentamente a subir a montanha. Gastou muito tempo para chegar ao alto. A águia, felizmente, fora buscar alimentos, longe... O porquinho, ao ver o jabuti, saiu do ninho e correu ao seu encontro.
_Graças a Deus alguém veio me salvar! Rezei tanto para isso! Como está minha mãezinha?
_Sua mãe e seus irmãos estão bem, respondeu o jabuti, respirando com dificuldade. Eu é que não estou...deixe-me respirar um pouco... Pronto! Agora sim, estou ótimo!
_Como fugir daqui? Não sei o caminho de volta e você, Capacete, não consegue correr. A águia nos pegará...ela vai voltar de um momento para o outro!
_Tenha fé em Deus e encontraremos uma solução.
_Olhe! Exclamou de repente o porquinho, arregalando os olhos. Veja aquela nuvem negra... É a águia! Ela
chegará dentro de pouco tempo! O que fazer?
_Orar meu amiguinho. A prece remove montanhas! E nós estamos em uma montanha...oremos já!
E começaram a orar o Pai Nosso. Após a prece, ambos viram aparecer o espírito luminoso do pai do jabuti, que disse:
_Ouvi o pedido de socorro e vou ajudá-los. Ao pé desta montanha existe um grande lago de águas azuis. Vocês devem mergulhar nele.
_Eu sei nadar muito bem. Foi o senhor que me ensinou! Respondeu o jabuti.
_Depressa meu filho. Faça o que eu disse! A águia já está chegando. Mergulhe no lago com seu amiguinho...coragem!
O jabuti pediu que o porquinho se agarrasse firme em seu casco.
_Segure com mais força .Assim!
E ambos se atiraram no lago... tibum! Exatamente quando a águia pousava no ninho.
Dona porca, quando viu o filhinho chegar carregado pelo jabuti, correu ao seu encontro, chorando de alegria.
O jabuti, humilde, olhava os dois.
_Deus lhe pague pelo que fez! Disse dona Porca. Realizou uma façanha que muito animais grandes e ligeiros não seriam capazes! Como conseguiu?
_Com a minha fé! Respondeu o jabuti.
E, lentamente, afastou-se, enquanto pensava:
_Eu nada sou, mas, estando com Deus, que pode o mundo contra mim?

Ø Ao fim da estorinha, dizer que a chama é como nossa fé. Ela é bonita e brilha dentro de nosso peito. Mas, com as dificuldades da vida, muitas vezes ela quase apaga. Se a tristeza nos domina, esquecemos dela. Por isso devemos estar sempre exercitando-a, estudando o evangelho, pra que não deixemos que ela se apague.
Ø Perguntar se eles perceberam que as vezes que ela apagava, alguém acendia. Explicar que é o papel de nosso mentor: sempre nos amparando quando estamos em dificuldade. Devemos ter fé, porque não estamos sozinhos, Deus nos ampara.

Atividade final:
Fazer uma gincana. Dividir a sala em dois grupos. Fazer perguntas sobre a estória e sobre o tema da fé em papeizinhos. Cada vez um sorteia uma pergunta e responde. Se não souber, o grupo pode ajudar. Fazer um número de perguntas até que todos ganhem em número igual.
Sugestões de perguntas:
- O que é fé?
- O que faz a nossa fé quase se apagar?
- Como ter fé raciocinada?
- O que é fé?
- O que devemos fazer para que a nossa fé não se apague?
- Qual a diferença entre fé cega e fé raciocinada?
- Qual era o apelido do jabuti? Por que?
- Para onde a águia levou o porquinho?
- Por que os animais não queriam ajudar a dona porca a salvar o seu filhinho?
- Quem ajudou a dona porca a resgatar o seu porquinho?
- Por que os animais riram e acharam que o jabuti não ia conseguir salvar o porquinho?
- O que deu coragem ao jabuti para salvar o porquinho?O que o porquinho e o jabuti lembraram depois de
orar o Pai Nosso?
- O que o porquinho e o Jabuti fizeram quando viram a águia voltando?
- Como o porquinho e o jabuti fugiram da águia?
- A águia queria fazer mal ao porquinho?
Aula
LEI DIVINA E LEI DOS HOMENS

Objetivo: mostrar às crianças as leis humanas e divinas e a necessidades de se ter leis e regras.

Motivação Inicial: Improvisar uma estrada, sendo que as crianças serão os carros. Dividir as crianças em grupos (carros e pedestres, guardas) Coloque varias situações onde os carros andarão sem nenhum limite de velocidade, sem sinalização, enquanto outro grupo de carros tenta um cruzamento na estrada: outra situação em que os pedestres tentarão atravessar sem nenhuma segurança: depois outra situação, mas com placas e guardas de transito.

Desenvolvimento: Conversar com as crianças a respeito da dinâmica, mostrando a necessidades de regras, pedir que as cçs digam outras regras da sociedade (Não fumar, justiça, não pisar na grama, fazer silencio etc)

Em todos os ambientes que freqüentamos, devemos seguir algumas
regras para que nossa convivência com as outras pessoas seja o melhor
possível. Precisamos criar e cumprir regras para nós mesmos, não para
ficarmos presos por elas, mas para que consigamos organizar melhor nossa
vida e cumprir nossos objetivos.

E as leis de Deus, onde estão escritas?
Digam algumas leis de Deus


Falar um pouco sobre cada lei(lei do trabalho, conservação, sociedade, justiça amor e caridade, etc) e em como saberemos se estamos agindo certo ou errado. Mostrar as cçs que saberemos quando estamos agindo bem ou mal, perguntando-nos se gostaríamos que fizessem conosco o que estamos fazendo.

Aplicar a dinamica: Fazer ao próximo o que gostaríamos que nos fizessem.

Cada criança escolherá uma tarefa para seu companheio (pular,cantar, chorar etc) mas ao final será ele mesmo que fará a tarefa.

Gostamos do que desejamos ao próximo? O que sentimos?

Fixação: Dividir as cçs em dois grupos e cada um deverá confeccionar um cartaz com as regras que serão utilizadas nas aulas de evangelização. Um cartaz será “EU POSSO’ outro o “EU NÃO POSSO”
Levar folhas adesivas onde as crianças poderão desenhar, pintar e escrever as regras . Deixe que enfeitem com quiserem, levar figuras e adesivos de flores, corações etc.

Aula


Ação e Reação

Objetivo: Mostrar à criança as conseqüência de nossos atos e como isso pode influenciar nosso futuro. As conseqüências de nossos atos bons ou maus.

Incentivação Inicial: Bolinha pingue-pongue / Tábua – Pregos

As crianças jogarão a bolinha com maior ou menor intensidade, demonstrando assim que
que tudo que fizermos voltará da mesma maneira.
Mostrar a tábua (cartolina) para as crianças, dar um prego e pedir que furem; A educadora mostrará que ficaram marcas, assim como nosso atos e palavras.

Desenvolvimento

Contar a estória, pedir que as cçs digam más ações e então vá furando, ao final peçam que ela digam boas ações. Conclua a estória mostrando as marcas e o seu significado.
A Tábua
“Quando menino eu era traquinas, rabugento, respondia a tudo que me dissessem e não contribuía, absolutamente, para que nossa casa fosse um paraíso. Muito pelo contrário! Meus pais me aconselhavam com paciência infinita e com muito amor sem que eu, entretanto, seguisse os seus conselhos. Um dia papai me chamou para conversarmos. Eu tinha feito diabruras de toda espécie e pensei que ele tinha perdido a paciência e ia, ou dar-me uma surra, ou um castigo e uma repreensão. Ele, todavia, não fez nada disso. Não parecia aborrecido e simplesmente me disse:
- Filho, eu percebo que você não tem idéia do que é a sua conduta. Mas pensei em algo que poderá lhe mostrar isso muito bem. É uma brincadeira, mas poderá lhe ajudar muito. Venha comigo. Levou-me à sua improvisada oficina de trabalho. Lá dentro falou-me: Veja tenho aqui uma tábua nova, lisa e bonita. Todas as vezes que você desobedecer ou tiver uma ação indevida, espetarei um prego nela.
Pobre tábua! Em breve estava crivada de pregos! Mas, a cada vez que eu ouvia meu pai batendo o martelo, sentia um aperto por dentro. Não era só a perda daquela tábua tão bonita, aquilo era, também, uma humilhação que eu mesmo me infringia. Até que um dia, quando já havia pouco espaço para outros pregos, eu me compadeci da tábua e desejei, de todo o coração, vê-la nova, bonita e polida como era. Fui correndo fazer essa confissão a meu pai e ele, fingindo ter pensado um pouco, me disse:
- Podemos tentar uma coisa. De cada vez que você se portar bem. em qualquer situação, eu arranco um prego. Vamos experimentar.
Os pregos foram desaparecendo até que, ao fim de certo tempo, não havia nenhum! Mas não fiquei contente. É que reparei que a tábua, embora não tivesse pregos, guardava as marcas deles.
Discuti isso com meu pai que me respondeu:
- É verdade, meu filho, os pregos desapareceram, porém as marcas nunca poderão ser apagadas. Acontece o mesmo com o nosso coração. Cada má ação que praticamos deixa nele uma feia marca. E mesmo que deixarmos de cometer a falta, a marca fica lá: é a culpa. Nunca mais me esqueci daqueles pregos e da tábua lisa e polida, cuja beleza foi inapelavelmente destruída. E passei a tomar muito cuidado para que a sensação da culpa não marcasse daquela forma o meu coração. “Essa experiência me fez pensar muito e estou certo de que, uma vida digna e bem vivida poderá levar um coração, até o fim, a se manter livre de qualquer prego e das marcas conseqüentes”.

Atividade Fixação: Figuras com ação e reação para distribuir entre as crianças. Depois de pintar cada um procurará seu par. As crianças colarão num painel cada par.