
sábado, 29 de setembro de 2007
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
PROCURE AS PALAVRAS AO LADO
CB V F D D E Z M A N D A M E N T O S A D B H T Y U U Dez mandamentos
N V B F H G Y R T C X D A S Z M N J H N V B C E G I T O
N B H C Z D S Q Y T I T M N K H I N V J M M B K B H MP Egito
H E B R E U S N V H F K Z D A T D E S E R T O M B N H I
N V B M J K U Ç I P O C Z D A S R W E T B V H F G T A C Hebreus
B C V G Z C A D E T I K L J M N J H K O NA F G T R E Y I
B I H E R I G C A S M B V C A Ç O W H R W R Y V T E U I Deserto
M A R V E R M E L H O V E R T E O H V R H F H 7 F H F I
B W E R G D C B S L J R T E W J C B V B D M O I S E S NE Mar Vermelho
K Q I E R I Q C I W N R W R C N O I N C W H H F Z W T R
J D G R U W E P I R A M I D E S V I H D F I G Y U Y W A E Rio Nilo
I E R B N O R E I V Y E I G 8 X E 3 I V H O J V H G G W B3
B D S S C R K H T V U I W E V T E I J W I R E U T E J VAB Lei Divina
B I E G F I E B V I E R T E R K A G U A S P T G W S G J RI
R I O N I L O F Q U Y G G F W Q I Y I D O L O S H G O T E Águas
K H F E K H E I R U TJ J G L E I D I V I N A K H Q I T H YU
B V B E I U R G I G N U Y R G N R O H G R 9 Y U O P H G1 Pirâmides
N B H C Z D S Q Y T I T M N K H I N V J M M B K B H MP Ídolos
Moises
Aula -1ªRevelação - Moisés




1ª REVELAÇÃO – Moisés (justiça)
Moisés era um lindo menino hebreu, filho de escravos. Seus pais sabiam que o faraó havia ordenado que todos os meninos hebreus recém-nascidos fossem mortos, com medo que eles viessem constituir um perigo para a segurança do próprio Egito. Sua mãe, para salvar a vida do filho, colocou o menino em um berço de vime e o deixou às margens do rio Nilo, perto do lugar onde a Princesa Termutis, filha do faraó, e suas criadas costumavam tomar banho. O bebê foi encontrado pela Princesa que lhe deu o nome de Moisés, que em egípcio significa "salvo das águas".
Um dia, Moisés foi defender um escravo Hebreu que estava sendo surrado e, sem querer, acabou matando um soldado egípcio. O rei Ramses II, ficou furioso e Moisés foi obrigado a fugir para o deserto, onde se tornou pastor de ovelhas e se casou com uma moça de nome Zéfora.Moisés trabalhou muitos anos como pastor de ovelhas. Certo dia, ele estava cuidando das ovelhas, quando viu um arbusto que parecia estar em chamas. Chegando perto, viu que o fogo não queimava o arbusto. Então, ouviu uma voz que lhe disse: volte ao palácio e solicite ao faraó a libertação do seu povo.
Mortandade de peixes, enxames de insetos, o aparecimento de rãs em toda parte e epidemias eram flagelos que, com certa periodicidade, atingiam o Egito. Mas a seqüência e a extensão desses fenômenos naturais, habilmente exploradas por Moisés através da sua mediunidade premonitória, puderam ser aproveitadas como intervenção divina em prol dos escravos. E, sob a ameaça de que na última praga morreriam todos os primogênitos egípcios, inclusive o filho do faraó, ele concordou que Moisés levasse os escravos para fora do país.
Moisés, que sempre esteve amparado por seus guias espirituais no cumprimento da sua missão, recebeu, no Monte Sinai, os Dez Mandamentos, que mais de mil anos depois haveriam de ser reiterados por Jesus.
Moisés era um lindo menino hebreu, filho de escravos. Seus pais sabiam que o faraó havia ordenado que todos os meninos hebreus recém-nascidos fossem mortos, com medo que eles viessem constituir um perigo para a segurança do próprio Egito. Sua mãe, para salvar a vida do filho, colocou o menino em um berço de vime e o deixou às margens do rio Nilo, perto do lugar onde a Princesa Termutis, filha do faraó, e suas criadas costumavam tomar banho. O bebê foi encontrado pela Princesa que lhe deu o nome de Moisés, que em egípcio significa "salvo das águas".
Um dia, Moisés foi defender um escravo Hebreu que estava sendo surrado e, sem querer, acabou matando um soldado egípcio. O rei Ramses II, ficou furioso e Moisés foi obrigado a fugir para o deserto, onde se tornou pastor de ovelhas e se casou com uma moça de nome Zéfora.Moisés trabalhou muitos anos como pastor de ovelhas. Certo dia, ele estava cuidando das ovelhas, quando viu um arbusto que parecia estar em chamas. Chegando perto, viu que o fogo não queimava o arbusto. Então, ouviu uma voz que lhe disse: volte ao palácio e solicite ao faraó a libertação do seu povo.
Mortandade de peixes, enxames de insetos, o aparecimento de rãs em toda parte e epidemias eram flagelos que, com certa periodicidade, atingiam o Egito. Mas a seqüência e a extensão desses fenômenos naturais, habilmente exploradas por Moisés através da sua mediunidade premonitória, puderam ser aproveitadas como intervenção divina em prol dos escravos. E, sob a ameaça de que na última praga morreriam todos os primogênitos egípcios, inclusive o filho do faraó, ele concordou que Moisés levasse os escravos para fora do país.
Moisés, que sempre esteve amparado por seus guias espirituais no cumprimento da sua missão, recebeu, no Monte Sinai, os Dez Mandamentos, que mais de mil anos depois haveriam de ser reiterados por Jesus.
Conversei com as crianças, associando o que elas sabiam (algumas ja tinham assistido ao desenho "Principe do Egito"); explicando o por quê de ser a 1ª revelação, deixando um gancho para a próxima aula: 2ªRevelação
Fixação: Pedi que as crianças completassem as pedras da lei, com os dez mandamentos e tambem dei um caça palavras.(estão no marcador atividades). Trouxe as lei impressas para que ele recortassem e colassem.
terça-feira, 21 de agosto de 2007
O TESOURO ESCONDIDO
Certa vez, numa pequena cidade, morava um homem que trabalhou a vida inteira para amontoar riquezas. Assim procedia, afirmava ele, para deixar os filhos amparados após sua morte e sem necessidade de trabalhar para garantir o próprio sustento.Para isso, não mediu esforços. Vivia de forma muito simples, onde faltava, não raro, até o necessário, no afã de economizar cada vez mais.
A família não tinha qualquer conforto. A esposa trabalhava duro o dia inteiro e, às vezes, sentindo-se cansada pedia:— Manoel, sinto-me doente, enfraquecida, tenho dores pelo corpo todo. Poderíamos arrumar alguém que me ajudasse no serviço doméstico?
— De jeito nenhum, Alzira. Essas empregadas cobram uma fortuna! Não podemos dispor desse dinheiro.De outras vezes era a filha que, necessitando comprar roupas ou calçados, atrevia-se a pedir dinheiro ao pai. Manoel retrucava colérico:
— Você pensa que dinheiro nasce em árvores? Não posso pagar os seus luxos.E a filha afastava-se, tristonha e desanimada, sonhando com o dia em que pudesse sair de casa para ter uma vida melhor.Ou então era o filho que precisava comprar material escolar, e encontrava o pai irredutível:
— No começo do ano já comprei tudo o que você precisava. Não gastarei mais um centavo sequer!E o filho, revoltado, saía remoendo sua decepção.E assim ele agia com todos. Os pedintes que vinham bater-lhe à porta suplicando um prato de comida, Manoel expulsava sem piedade.
Quando os responsáveis por alguma instituição beneficente se atreviam a pedir-lhe ajuda para seus serviços de caridade junto aos mais necessitados, Manoel relatava uma série de dificuldades com a família, gastos excessivos, contas inesperadas, e concluía:
— Infelizmente, não posso ajudar!
O tempo passou. Manoel conseguiu juntar uma imensa fortuna que guardava sempre, avaramente. Como não confiasse em ninguém, nem mesmo numa agência bancária, a escondeu dentro do seu velho colchão. Queria tê-la sempre perto de si, sob sua vista.A esposa reclamava de dores nas costas, sugerindo que trocassem pelo menos o colchão, velho e remendado, já sem condições de uso. Manoel, raivoso, de dedo em riste ordenava:
— Jamais! Não mexa no “meu” colchão. Gosto dele do jeito que está!O filho, não suportando mais tanta miséria, saiu de casa indo morar com um amigo e se desencaminhou, tornando-se um alcoólatra. A filha casou-se com o primeiro homem que surgiu em sua vida, para poder se livrar da situação de pobreza, e não era feliz. Apenas Alzira continuava com o marido, visto não ter a quem recorrer ou para onde ir.Certo dia, Manoel sentiu-se mal.
Socorrido, foi levado para o hospital, aonde veio a desencarnar. Alguns dias depois, Alzira e os filhos reuniram-se para resolver o que fazer com os pertences do falecido Manoel.A primeira coisa que decidiram foi colocar fogo no colchão que ele tanto prezava. Os filhos levaram-no para o quintal, estranhando o peso, mas jamais poderiam imaginar que ali estivesse depositado um imenso tesouro.
E Manoel, do outro lado da vida, desesperado, não pode impedi-los. Sob terrível aflição, viu as chamas consumirem o esforço de toda uma vida.Só então Manoel lembrou-se das palavras de Jesus: “Não acumuleis tesouros na Terra, onde a ferrugem e os vermes os comem e onde os ladrões os desenterram e roubam; acumulai tesouros no céu, onde nem a ferrugem, nem os vermes os comem...”O tesouro dele não havia sido roubado por ladrões, ou consumido pela ferrugem ou pelos vermes, mas devorado pelas chamas.
O pobre homem percebeu que tinha perdido grande parte da existência acumulando bens materiais que nem a ele mesmo serviram. Vivera de forma miserável, privara-se de conforto, de bem-estar e esgotara-se no trabalho. E, o que era pior, com seu comportamento, perdera o amor da família.
Quanto aos tesouros do céu, que são imperecíveis, ele não se preocupara em ajuntar. Com tristeza percebia agora o quanto poderia ter feito pelos filhos, dando-lhes uma vida confortável, facilitando-lhes a educação e preparando-os para serem cidadãos dignos, trabalhadores e úteis à sociedade.
Manoel, pela primeira vez, lembrou-se de orar a Deus. E, profundamente arrependido, suplicou ao Senhor lhe concedesse nova oportunidade de voltar a Terra, num novo corpo, para reparar os danos que havia cometido.
Leon Tolstoi(Psicografada por Célia X. de Camargo, em 19.6.1998.)
Mancha ou ponto
Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro.
Pedir, então, que tirem conclusões práticas.
Exemplo: em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.
Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro.
Pedir, então, que tirem conclusões práticas.
Exemplo: em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
DEUS VAI NOS AJUDAR! (Providencia Divina)
Celia Xavier Camargo
A família de Dorinha saiu do sítio onde moravam porque não havia mais condição de ficar ali.O sítio era longe da cidade, e toda a alimentação vinha da terra. Assim, comiam o feijão, o milho, a mandioca, as vagens, os tomates, as cenouras e as verduras que seu pai plantava na horta.Porém viera uma grande seca e todas as plantações tinham morrido. Até as árvores frutíferas não resistiram porque o riacho que banhava a propriedade e a fonte que lhes fornecia a água para beber, também tinha secado. Então, nem água tinham.Sem ter o que comer e sem água para beber, depois de muito pensar, o pai de Dorinha resolveu abandonar a roça e ir para a cidade.— Deus vai nos ajudar! — dizia Dorinha.Fizeram o trajeto de carroça, andando por muitas léguas com sol forte, sem água e com muita fome. Dorinha não reclamava para não preocupar seus pais. Porém, deixar o sítio, onde tinha nascido e onde fora tão feliz, para ir morar na cidade onde não conhecia ninguém e onde não tinham onde ficar, a deixava com vontade de chorar. Com o coração apertado de tristeza, intimamente suplicava ao Alto que não os abandonasse.Era de tarde quando chegaram à cidade. João parou para descansarem um pouco. Logo apareceu um moço e, ao ver João perguntou:— Pelas coisas que traz na carroça, vejo que estão de mudança. Conhecem nossa cidade?João, agradecido pela atenção, respondeu:— Moço, nós acabamos de chegar. Você pode me dizer onde posso arrumar uma casa para ficar com a família? Penalizado, o rapaz considerou:— Arrumar uma casa assim, de uma hora para outra, é difícil. Porém, você pode ir até o albergue noturno. Lá eles recebem pessoas que não têm onde dormir.O moço indicou à João como chegar lá e, meia hora depois, Dorinha e seus pais estavam defronte do Albergue Noturno. Foram atendidos prontamente. Depois de responderem algumas perguntas, foram jantar. A alegria era tanta que não cabiam em si de contentes. Fazia algum tempo que não tinham uma verdadeira refeição.— Não disse que Deus iria nos ajudar?Antes de dormir, Dorinha agradeceu a Jesus pela ajuda que estavam recebendo. No dia seguinte, após tomar café, ela foi dar um passeio. Logo, encontrou um bando de crianças que caminhavam numa mesma direção fazendo a maior algazarra. Até sem perceber, acompanhou-as. Ao aproximar-se de uma construção grande, viu que as crianças pararam. Logo, as crianças começaram a entrar e Dorinha foi empurrada para dentro do salão.Uma das meninas olhou para ela e sorriu. Dorinha atreveu-se a lhe perguntar:— O que está acontecendo?A garota respondeu, satisfeita:— Pois não sabe? Haverá distribuição de brinquedos e doces! Dorinha estava surpresa. Mais do que isso: encantada!— Mas por quê?— Hoje é o Dia das Crianças! — respondeu a menina, com enorme sorriso estampado no rosto. Dorinha arregalou os olhos. Dia das Crianças? Nem sabia que existia isso! No sítio, nunca tinha ouvido falar. Era uma linda festa com música, teatro e brincadeiras. Depois, duas moças distribuíram bolo, um saco com balas e doces, e um pacote de presente:— Obrigada! — disse Dorinha.— Agradeça a Jesus. Dorinha, ansiosa, abriu o pacote e viu que era uma bonequinha. A primeira boneca que Dorinha ganhava de presente em sua vida! Sempre quisera ter uma, mas seu pai não podia comprar. Então, com o coração cheio de alegria, Dorinha agradeceu a Jesus pelas coisas boas que lhe tinha mandado. Voltou para o albergue e contou aos pais o que tinha acontecido. Seu pai também contou que tinha encontrado um serviço numa chácara e teriam uma casa para morar. Abraçaram-se felizes e Dorinha falou:— Tinha certeza que Deus ia nos socorrer. Tenho orado e sabia que o Pai não nos deixaria ao desamparo. A mãe de Dorinha chorava de emoção. João considerou:— É verdade, minha filha. Deus é nosso pai e sempre nos socorre nas horas de dificuldade. Diz a sabedoria popular que, quando Ele fecha uma porta, abre uma janela.
A FESTA DE ANIVERSÁRIO (Egoismo)
Celia Xavier Camargo
O aniversário de Tiago se aproximava, e, ansioso, ele só pensava na festa que sua mãe prometera fazer. Ele completaria sete anos e, com sua letra, fez a lista de convidados, pensando nos presentes. Assim, colocou apenas colegas mais ricos. Sua mãe, Luísa, observava sem dizer nada. Tiago queria a casa bonita, enfeitada para a festa. Além de cachorro-quente, teria docinhos, um lindo bolo, sucos e refrigerantes. Dois dias antes do aniversário, tocaram a campainha. Eram uns parentes que Tiago não gostava muito. Luísa, ao ver a prima e os filhos do lado de fora, gentilmente disse:— Berta, que prazer! Entre. Como vão, crianças? — cumprimentou os gêmeos Roberto e Ricardo, Vinícius e Ângela, que tinham sete, seis e cinco anos de idade. — Luísa, posso falar com você? — perguntou humilde.— Claro! Sente-se, Berta. Tiago olhava os intrusos com cara feia. Não gostava deles. Berta era uma prima pobre, sempre pedindo ajuda, e os filhos andavam mal arrumados, com sapatos velhos e furados. — Tiago, sirva às crianças um pedaço daquele bolo de chocolate que fiz ontem e o suco que está na geladeira. De má-vontade, Tiago levou os primos para a cozinha. Quando voltaram, ouviu Berta dizer, comovida:— Obrigada, Luísa. Não sei o que faria sem a sua ajuda. Nossa situação é realmente difícil. Com meu marido doente, sem poder trabalhar, nos falta até o necessário.— Não me agradeça, Berta. Somos parentes e devemos nos amparar mutuamente. Tenho certeza de que você faria o mesmo por mim.Após se despedirem das visitas, Tiago ergueu a cabeça, orgulhoso:— Os primos ficaram admirados ao ver as balas e os docinhos que a senhora fez. Eu contei que eram para o meu aniversário!— Ah! E você os convidou para a sua festa?— Claro que não, mamãe! Eles nem poderiam me dar presente! Além disso, não têm roupas de festa. A mãe olhou o filho, chamou-o para perto de si, colocou-o no colo com carinho e disse:— Sabe, meu filho, Jesus ensinou certa vez que quando a gente fosse dar uma festa, deveria convidar as pessoas pobres e necessitadas, que não pudessem nos retribuir a gentileza, porque o Pai do Céu nos retribuiria. — Então, não posso convidar meus amigos? — resmungou o garoto, descontente. — Certamente que Jesus não quis dizer isso. Ele quis ensinar que você pode convidar quem quiser, mas não deve se esquecer daqueles que nada têm, que são os pobres, os doentes, os aleijados. Esses são os mais necessitados. — Ah!... E por quê? — indagou o menino, surpreso. — Bem. E se a situação fosse diferente? Isto é, se nós estivéssemos na posição de Berta, e ela na nossa: como você, Tiago, gostaria que a família da Berta agisse conosco, se fossem dar uma festa? Tiago pensou...pensou...e, depois respondeu:— Eu ficaria muito contente se fosse convidado para essa festa.— Isso mesmo, meu filho. Por isso Jesus ensinou que, em caso de dúvida, devemos sempre nos colocar no lugar da outra pessoa, para saber como agir com acerto. Na manhã seguinte, Tiago acordou decidido. Antes de ir para a escola perguntou:— Mamãe, depois da aula, nós podemos ir à casa dos meus primos? Acho que eu tenho roupas que servem para os primos e não me importo em dá-las. Afinal, tenho tantas! — Fico satisfeita, Tiago. As suas roupas servem, sim. Vocês têm mais ou menos o mesmo tamanho. E se faltar para algum deles, especialmente para Ângela, nós compraremos.Tiago mostrou-se satisfeito e animado.Depois do almoço, separaram as roupas e calçados de Tiago, e ele fez questão de pegar peças boas e novas. Depois, compraram o restante, um vestido e sapatos para Ângela. Em seguida, foram até a casa de Berta. — Que prazer recebê-los em nossa moradia, Luísa. Meninos, temos visitas! As crianças entraram na sala, curiosas, e pararam constrangidas ao ver Tiago e a mãe. O primo sempre as tratava muito mal. Nesse dia, porém, foi diferente. Tiago disse:— Vim convidar vocês para a minha festa de aniversário.Berta, surpresa, timidamente respondeu:— Agradeço-lhe, Tiago. Porém, é impossível. Meus filhos não têm roupas para ir a uma festa. Tiago pegou as sacolas e disse eufórico:— Pois agora têm! Trouxemos algumas roupas e espero que sirvam. Aqui está: Ricardo, Roberto, Vinícius e Ângela — e entregou os pacotes com o nome de cada um. Prendendo a respiração, a menina bateu palmas:— Até para mim? Ah! Que bom! Que bom! Luísa pegou um outro pacote e o entregou para Berta:— Os meninos não podem ir sozinhos, Berta. Trouxe umas roupas para você também. Espero que sirvam. Com os olhos cheios de lágrimas, Berta murmurou:— Luísa, nem sei como lhe agradecer. Ainda ontem me ajudou tanto. E hoje trouxe todos esses presentes. Como poderei lhe pagar, prima, tanta gentileza? — Indo à festa de Tiago. Teremos muito prazer em recebê-los em nossa casa, acredite. No dia seguinte à tarde, com a residência cheia de balões coloridos, Tiago recebeu todos os seus amigos, colegas de escola e os primos. Com satisfação, Luísa notou que ele convidara também os outros colegas da escola.Tiago estava alegre e feliz, e todos perceberam. Alguma coisa nele mudara. Não era mais aquele garoto arrogante e orgulhoso. Era um menino como os outros, que brincava com todos sem fazer qualquer diferença entre as crianças. TIA CÉLIA
O EGOÍSMO
Você sabe, meu amiguinho, o que é egoísmo?Egoísmo é quando desejamos tudo para nós, só enxergamos nossos próprios interesses e pensamos unicamente em nossa pessoa. Em suma, só amamos a nós mesmos.O contrário de egoísmo é altruísmo, quando a gente aprende a pensar mais nos outros e menos em nós.A pessoa que é egoísta não ama ninguém a não ser a si própria.Jesus nos deixou a lição do amor, afirmando que devemos “amar ao próximo como a nós mesmos”. Então, não é preciso deixar de nos amar. É através desse amor que cuidamos da nossa saúde, bem-estar, conforto, alegria.Mas não podemos pensar só em nós mesmos. O mundo é composto por muita gente e nos cabe pensar um pouco nos outros. Assim, é preciso deixar que nosso coração se enterneça diante de uma criança com fome, um andarilho com frio, um velhinho que não tenha onde morar, um parente ou um coleguinha que precise de ajuda, e tantas outras coisas. Quando Jesus ensinou que “devemos fazer ao próximo tudo o que gostaríamos que os outros nos fizessem”, nos deu a medida certa para aprendermos como agir.É só nos colocarmos no lugar da outra pessoa e perguntar:— Se eu estivesse no lugar dela, e ela no meu lugar, como gostaria que ela agisse para comigo? Então, vamos perceber, sem sombra de dúvida, que desejamos o melhor para a outra pessoa, porque desejamos o melhor para nós.É assim que Jesus nos orienta para sermos generosos, para darmos sem esperar retribuição, para perdoarmos sempre as ofensas que porventura nos tenham feito. Enfim, para sermos caridosos.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
A Trilha
Objetivo: Auxiliar o aluno a vivenciar a prática da solidariedade e resgatar o compromisso com ooutro.
Duração: 30 minutos.
Material: Sala ampla, aparelho de som, fita cassete, sapatos dos participantes e música "Countdown"(instrumental), de preferência, ou qualquer outra música instrumental.
Desenvolvimento:
1. O facilitador comentará com o grupo se eles conhecem "ditos populares" e colocará para os participantes os seguintes ditados: "Tem pedra no meu sapato", "Isto é uma pedra no meusapato", ou "Tem uma pedra no meu caminho".
2. O facilitador pedirá para os participantes comentarem sobre o ditado.
3. O facilitador solicitará aos participantes que tirem os seus sapatos e que com eles façam uma trilha (um sapato de frente para o outro) no centro da sala.
4. Divide-se o grupo em dois grupos menores, que se posicionam cada um nas pontas da trilha.
5. Explicar o jogo:
o No centro da sala temos uma trilha de um lado, e temos uma montanha, e do outro um precipício (desfiladeiro ou abismo). O facilitador dá o código de jogo:
o Vocês deverão passar na trilha (nos sapatos) sem cair. Isso vale para os dois grupos. Após feitas as combinações, os grupos fazem a sua passagem, um de cada vez.
6. O Facilitador lembra ao grupo que é fácil essa caminhada e que a VIDA não é bem assim, pois nos encontramos com outros, no sentido contrário, no cotidiano. Sendo assim, o facilitador dá o código.
7. Os grupos passarão, ao mesmo tempo, pela trilha. Inicia-se a caminhada com música de fundo. O facilitador estimula o grupo, solicitando a ajuda para o companheiro, possibilidade de dar as mãos, cuidado, calma, reflexão, sem pressa, etc. Olhe a trilha, olhe o seu companheiro, olhe o outro que cruza por você. Perceba o outro!
Sugestões para reflexão:
1. O que é a trilha?
2. Houve pedido de ajuda? Você ajudou sem preconceito?
3. Falar sobre a solidariedade.
4. Quando se respeita ao outro?
5. Quais os sentimentos evidenciados pelo grupo?
Resultados esperados: Ter tido a oportunidade de vivenciar a prática da solidariedade e o resgate do compromisso com o outro.
Objetivo: Auxiliar o aluno a vivenciar a prática da solidariedade e resgatar o compromisso com ooutro.
Duração: 30 minutos.
Material: Sala ampla, aparelho de som, fita cassete, sapatos dos participantes e música "Countdown"(instrumental), de preferência, ou qualquer outra música instrumental.
Desenvolvimento:
1. O facilitador comentará com o grupo se eles conhecem "ditos populares" e colocará para os participantes os seguintes ditados: "Tem pedra no meu sapato", "Isto é uma pedra no meusapato", ou "Tem uma pedra no meu caminho".
2. O facilitador pedirá para os participantes comentarem sobre o ditado.
3. O facilitador solicitará aos participantes que tirem os seus sapatos e que com eles façam uma trilha (um sapato de frente para o outro) no centro da sala.
4. Divide-se o grupo em dois grupos menores, que se posicionam cada um nas pontas da trilha.
5. Explicar o jogo:
o No centro da sala temos uma trilha de um lado, e temos uma montanha, e do outro um precipício (desfiladeiro ou abismo). O facilitador dá o código de jogo:
o Vocês deverão passar na trilha (nos sapatos) sem cair. Isso vale para os dois grupos. Após feitas as combinações, os grupos fazem a sua passagem, um de cada vez.
6. O Facilitador lembra ao grupo que é fácil essa caminhada e que a VIDA não é bem assim, pois nos encontramos com outros, no sentido contrário, no cotidiano. Sendo assim, o facilitador dá o código.
7. Os grupos passarão, ao mesmo tempo, pela trilha. Inicia-se a caminhada com música de fundo. O facilitador estimula o grupo, solicitando a ajuda para o companheiro, possibilidade de dar as mãos, cuidado, calma, reflexão, sem pressa, etc. Olhe a trilha, olhe o seu companheiro, olhe o outro que cruza por você. Perceba o outro!
Sugestões para reflexão:
1. O que é a trilha?
2. Houve pedido de ajuda? Você ajudou sem preconceito?
3. Falar sobre a solidariedade.
4. Quando se respeita ao outro?
5. Quais os sentimentos evidenciados pelo grupo?
Resultados esperados: Ter tido a oportunidade de vivenciar a prática da solidariedade e o resgate do compromisso com o outro.
QUALIDADES
Materiais: uma ou duas caixas de bombom, papéis de presente, cola, caneta dourada ou
hidrocor, corações ou estrelinhas de papel
1) Dependendo do número de pessoas, use uma ou duas caixas de bombom ou bis.
Faça cartões coloridos de cartolina ou papel cartão, ou até mesmo ofício colorido.
Embrulhe a caixa com papel de presente e em cima cole o 1º cartão escrito com caneta dourada ou hidrocôr, enfeite também o cartão com corações, estrelinhas , etc. Escreva assim:
"É maravilhoso ser visto como uma pessoa que sabe compartilhar. Compartilhar é doar-se e você faz isso de forma transparente. Para provar que você é assim, compartilhe este presente com todos os que estão aqui, compartilhe também palavras de amor" - (esta será a última pessoa a receber o presente).
b) Uma vez colado o 1º cartão, embrulhe a caixa de novo com um papel diferente do primeiro e cole o 2º cartão: " Acharam que você é uma pessoa que promove a harmonia.
Quem promove harmonia, distribui a paz. Distribua este sentimento de paz, dando este presente para uma pessoa que você acha que sabe compartilhar" - (esta será a penúltima pessoa a receber o presente").
c) Mais uma vez, após ter colado o 2º cartão, embrulhe mais uma vez com outro papel, sempre diferente dos anteriores e cole o 3º cartão, sempre de côr diferente dos anteriores também. Escreva: " Parabéns! Acharam que você é uma pessoa amorosa. É tão difícil distribuir amor, e você é uma pessoa privilegiada. Alguém amoroso é aquele que identifica outro que promove a harmonia, então dê esse presente para alguém que você acha que
promove a harmonia" - (esta será a ante-penúltima pessoa a receber o presente).
d) E assim sucessivamente, com pessoas que são "simpáticas", "amigas", "leais","carismáticas", "fiéis", etc.
Para cada qualidade, desenvolva uma frase enfatizando esta mesma qualidade. Vá embrulhando após ter colado os cartões, de forma que todos recebam o "presente",
guardem somente o cartão que lhe destinaram e passem o presente adiante, até chegar ao último que compartilhará o presente (bombons, bis, etc) com todos.
É um momento bonito, pois ao "passar" o presente sempre há a troca de beijinhos e abraços.
Você pode adaptar esta dinâmica também para outras ocasiões e para outros objetivos.
Materiais: uma ou duas caixas de bombom, papéis de presente, cola, caneta dourada ou
hidrocor, corações ou estrelinhas de papel
1) Dependendo do número de pessoas, use uma ou duas caixas de bombom ou bis.
Faça cartões coloridos de cartolina ou papel cartão, ou até mesmo ofício colorido.
Embrulhe a caixa com papel de presente e em cima cole o 1º cartão escrito com caneta dourada ou hidrocôr, enfeite também o cartão com corações, estrelinhas , etc. Escreva assim:
"É maravilhoso ser visto como uma pessoa que sabe compartilhar. Compartilhar é doar-se e você faz isso de forma transparente. Para provar que você é assim, compartilhe este presente com todos os que estão aqui, compartilhe também palavras de amor" - (esta será a última pessoa a receber o presente).
b) Uma vez colado o 1º cartão, embrulhe a caixa de novo com um papel diferente do primeiro e cole o 2º cartão: " Acharam que você é uma pessoa que promove a harmonia.
Quem promove harmonia, distribui a paz. Distribua este sentimento de paz, dando este presente para uma pessoa que você acha que sabe compartilhar" - (esta será a penúltima pessoa a receber o presente").
c) Mais uma vez, após ter colado o 2º cartão, embrulhe mais uma vez com outro papel, sempre diferente dos anteriores e cole o 3º cartão, sempre de côr diferente dos anteriores também. Escreva: " Parabéns! Acharam que você é uma pessoa amorosa. É tão difícil distribuir amor, e você é uma pessoa privilegiada. Alguém amoroso é aquele que identifica outro que promove a harmonia, então dê esse presente para alguém que você acha que
promove a harmonia" - (esta será a ante-penúltima pessoa a receber o presente).
d) E assim sucessivamente, com pessoas que são "simpáticas", "amigas", "leais","carismáticas", "fiéis", etc.
Para cada qualidade, desenvolva uma frase enfatizando esta mesma qualidade. Vá embrulhando após ter colado os cartões, de forma que todos recebam o "presente",
guardem somente o cartão que lhe destinaram e passem o presente adiante, até chegar ao último que compartilhará o presente (bombons, bis, etc) com todos.
É um momento bonito, pois ao "passar" o presente sempre há a troca de beijinhos e abraços.
Você pode adaptar esta dinâmica também para outras ocasiões e para outros objetivos.
Tipo de Atividade: Lixo Mental
Faixa etária: 11 anos em diante ( pode se adaptar para faixas etárias menores )
Objetivo: Melhorar a qualidade de nossos pensamentos
Material: Materiais de limpeza (sacos de lixo, vassouras, luvas, etc.)
Cesto de lixo escrito LIXO, colocado no meio da sala ou local de reunião
Muitos pedaços de papel e lápis suficientes para todos, cartolina e pincel atômico
Quadro branco ou lousa e giz
Como Aplicar:
1. Mutirão de limpeza: leve a classe para limpar um pátio, parque ou praia
2. Sentados em círculo, e a partir do que cada um observou , vamos definir bem o que é lixo. Ex.: sujeira, que cheira mal, que atrapalha, que não serve mais, etc. Estas características serão anotadas na lousa ou quadro branco.
3. O coordenador, então, falará do lixo que temos na "cabeça" : pensamentos que nos atrapalham, que nos fazem sentir mal, que não deixam espaço para coisas mais
importantes, como idéias de inferioridade, complexos, temores, dúvidas sobre a própria capacidade, mágoas, negatividade, perfeccionismo...
4. Os alunos serão convidados a identificar alguns desses pensamentos em si mesmos e escrevê-los (ninguém vai ler para os outros), cada um em um papel.
5. A seguir, cada um irá do seu lugar até o LIXO , e jogará fora, um por um. A proposta é que procuremos nos livrar do "lixo mental" a cada dia.
Obs.: não se esqueça de desaparecer com aquele lixo imediatamente. (Com a presença de um adulto, o lixo poderá ser literalmente queimado).
6. Agora que temos espaço mental, que pensamentos legais podemos colocar nele? Pedir sugestões, transformando em frases para um mural (use as cartolinas).
Faixa etária: 11 anos em diante ( pode se adaptar para faixas etárias menores )
Objetivo: Melhorar a qualidade de nossos pensamentos
Material: Materiais de limpeza (sacos de lixo, vassouras, luvas, etc.)
Cesto de lixo escrito LIXO, colocado no meio da sala ou local de reunião
Muitos pedaços de papel e lápis suficientes para todos, cartolina e pincel atômico
Quadro branco ou lousa e giz
Como Aplicar:
1. Mutirão de limpeza: leve a classe para limpar um pátio, parque ou praia
2. Sentados em círculo, e a partir do que cada um observou , vamos definir bem o que é lixo. Ex.: sujeira, que cheira mal, que atrapalha, que não serve mais, etc. Estas características serão anotadas na lousa ou quadro branco.
3. O coordenador, então, falará do lixo que temos na "cabeça" : pensamentos que nos atrapalham, que nos fazem sentir mal, que não deixam espaço para coisas mais
importantes, como idéias de inferioridade, complexos, temores, dúvidas sobre a própria capacidade, mágoas, negatividade, perfeccionismo...
4. Os alunos serão convidados a identificar alguns desses pensamentos em si mesmos e escrevê-los (ninguém vai ler para os outros), cada um em um papel.
5. A seguir, cada um irá do seu lugar até o LIXO , e jogará fora, um por um. A proposta é que procuremos nos livrar do "lixo mental" a cada dia.
Obs.: não se esqueça de desaparecer com aquele lixo imediatamente. (Com a presença de um adulto, o lixo poderá ser literalmente queimado).
6. Agora que temos espaço mental, que pensamentos legais podemos colocar nele? Pedir sugestões, transformando em frases para um mural (use as cartolinas).
sábado, 4 de agosto de 2007

AULA: O homem de bem
I.OBJETIVOS:
Levar o aluno a:
* identificar as principais qualidades de um homem de bem;
* analisar os seus próprios atos, ajustando-os a essas qualidades;
* conscientizar-se da necessidade de promover a reforma íntima, a fim de tornar-se um
homem de bem.
II. INCENTIVAÇÃO:
Narrar a história “O Livro-Libelo”, do livro A Vida Escreve, psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
Conta-se que um famoso advogado não escondia a repulsa que experimentava pela Doutrina Espírita. Nos lugares que freqüentava, se a conversa girasse sobre algum tema do Espiritismo, ele escorregava logo para o deboche:
- Essa história de Espiritismo, só num tratado psiquiátrico- falava com ironia e saía espalhando difamações.
Ele se tornou um adversário do Espiritismo e aproveitou um longo período de férias numa fazenda para escrever um livro contra os ensinamentos espíritas. Era um livro-acusação, um livro de ódio.
Quando se reunia com os amigos, costumava ler algum trecho, em que médiuns eram denunciados e vaiados de maneira cruel. E se divertia, ele e os companheiros, enquanto bebiam um e outro gole de whisky. Quando se preparava para enviar o volume à editora para ser publicado, aconteceu o inesperado.
Dirigia ele um carro luxuoso, perto de um grupo escolar, quando um menino atravessou a rua correndo e foi atropelado sob as rodas do carro. Criou-se logo um tumulto à volta, os policiais chegaram. Ele mesmo apanha o corpo inanimado da criança e, de coração agoniado, procura a residência do menino.
Ele tem consciência de que não foi culpado, mas o seu coração está dilacerado pela dor. Chorando copiosamente, entrega o menino morto aos pais que, em prantos, o recebem sem a mínima queixa.
O pai acaricia os cabelos da criança em silêncio e a mãezinha ora em lágrimas.
O advogado esperava ser humilhado, ferido, acusado. Encontra ali, porém, resignação e serenidade. Pergunta então pela instauração do processo de indenização, mas o chefe da família responde firme: - Nada disso. O doutor não teve culpa nenhuma. Ninguém faria isso por querer. Os desígnios de Deus foram cumpridos...
A mãe do menino, enxugando o rosto, acrescenta: - Choramos, como é natural, mas não desejamos nenhuma indenização. Deus sabe o que faz.
Ele ainda insiste com o dono da casa, mas ele lhe corta e palavra e diz: - O senhor está sofrendo tanto quanto nós... Ore conosco, a fim de se acalmar.
Admirando-lhes a paciência cristã, o advogado pergunta: - Que religião professam?
- Nós somos espíritas – informou o pai da vítima.
O advogado baixou a cabeça e ali permaneceu, sensibilizado e prestimoso, até a realização dos funerais.
À noite, em casa, de coração transformado, fechou-se em seu quarto e rasgou o livro-libelo que tinha escrito.
1. Por que o advogado tinha repulsa pela Doutrina Espírita?
R: Porque ele não tinha o conhecimento dos ensinamentos espírita e fazia um julgamento errado.
2. Como ele se sentiu quando conversou com os pais da criança?
R: Pensou que seria humilhado, acusado, ferido. No entanto, a resignação daqueles pais sofridos, que também reconheceram o seu sofrimento, o deixou sensibilizado.
3. Por que foi preciso que ele passasse por esta dor?
R: Para que se transformasse, para que mudasse o rumo de sua vida.
III. DESENVOLVIMENTO:
1. Como pode um homem verificar se está cumprindo verdadeiramente a lei de justiça, de amor e caridade?
R: Interrogando a própria consciência sobre os seus próprios atos e se está fazendo aos outros aquilo que ele desejaria que lhe fizessem.
2. Por que o sentimento de amor e caridade ao próximo está incluído entre as qualidades do homem de bem?
R: O exercício da caridade impulsiona o homem a pensar nos outros, antes de pensar em si mesmo. Esta prática ajuda o desenvolvimento das demais.
3. Se o homem é bom, humano e benevolente apenas para um grupo de pessoas, ele é um homem de bem?
R: Não, pois ele deve agir sem distinção de classe social, de raça ou crença, porque vê em todos os homens irmãos seus.
4. Os homens que cumprem suas obrigações sociais são homens de bem?
R: Segundo o julgamento dos homens, sim. Nem sempre, porém, perante Deus. A educação humana que não tem suporte no Evangelho é um verniz que desbota à menor contrariedade, transformando homens cultos e bem vestidos em feras humanas.
5. Qual o caminho para sermos homens de bem?
R: Seguir o Evangelho, o código de conduta de caráter universal , baseado nas leis de Deus.
IV. FIXAÇÃO DO CONTEÚDO:
Dividir a turma em grupos peça que deêm exemplos de homens de bem, ou podemos citar alguns nomes (Dr. Beserra, Chico Xavier, Divaldo, Allan Kardec etc) listando suas qualidades.
Podemos levar biografias de alguns espiritas e cada grupo, falara sobre a personagem.
V. PROCEDIMENTO DIDÁTICO:
Aula expositiva
VI. RECURSOS:
Livros, cartazes
VII. BIBLIOGRAFIA:
Kardec, Allan – O Evangelho Segundo o Espiritismo
Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos
Xavier, Francisco Cândido e Waldo Vieira – A Vida Escreve
I.OBJETIVOS:
Levar o aluno a:
* identificar as principais qualidades de um homem de bem;
* analisar os seus próprios atos, ajustando-os a essas qualidades;
* conscientizar-se da necessidade de promover a reforma íntima, a fim de tornar-se um
homem de bem.
II. INCENTIVAÇÃO:
Narrar a história “O Livro-Libelo”, do livro A Vida Escreve, psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
Conta-se que um famoso advogado não escondia a repulsa que experimentava pela Doutrina Espírita. Nos lugares que freqüentava, se a conversa girasse sobre algum tema do Espiritismo, ele escorregava logo para o deboche:
- Essa história de Espiritismo, só num tratado psiquiátrico- falava com ironia e saía espalhando difamações.
Ele se tornou um adversário do Espiritismo e aproveitou um longo período de férias numa fazenda para escrever um livro contra os ensinamentos espíritas. Era um livro-acusação, um livro de ódio.
Quando se reunia com os amigos, costumava ler algum trecho, em que médiuns eram denunciados e vaiados de maneira cruel. E se divertia, ele e os companheiros, enquanto bebiam um e outro gole de whisky. Quando se preparava para enviar o volume à editora para ser publicado, aconteceu o inesperado.
Dirigia ele um carro luxuoso, perto de um grupo escolar, quando um menino atravessou a rua correndo e foi atropelado sob as rodas do carro. Criou-se logo um tumulto à volta, os policiais chegaram. Ele mesmo apanha o corpo inanimado da criança e, de coração agoniado, procura a residência do menino.
Ele tem consciência de que não foi culpado, mas o seu coração está dilacerado pela dor. Chorando copiosamente, entrega o menino morto aos pais que, em prantos, o recebem sem a mínima queixa.
O pai acaricia os cabelos da criança em silêncio e a mãezinha ora em lágrimas.
O advogado esperava ser humilhado, ferido, acusado. Encontra ali, porém, resignação e serenidade. Pergunta então pela instauração do processo de indenização, mas o chefe da família responde firme: - Nada disso. O doutor não teve culpa nenhuma. Ninguém faria isso por querer. Os desígnios de Deus foram cumpridos...
A mãe do menino, enxugando o rosto, acrescenta: - Choramos, como é natural, mas não desejamos nenhuma indenização. Deus sabe o que faz.
Ele ainda insiste com o dono da casa, mas ele lhe corta e palavra e diz: - O senhor está sofrendo tanto quanto nós... Ore conosco, a fim de se acalmar.
Admirando-lhes a paciência cristã, o advogado pergunta: - Que religião professam?
- Nós somos espíritas – informou o pai da vítima.
O advogado baixou a cabeça e ali permaneceu, sensibilizado e prestimoso, até a realização dos funerais.
À noite, em casa, de coração transformado, fechou-se em seu quarto e rasgou o livro-libelo que tinha escrito.
1. Por que o advogado tinha repulsa pela Doutrina Espírita?
R: Porque ele não tinha o conhecimento dos ensinamentos espírita e fazia um julgamento errado.
2. Como ele se sentiu quando conversou com os pais da criança?
R: Pensou que seria humilhado, acusado, ferido. No entanto, a resignação daqueles pais sofridos, que também reconheceram o seu sofrimento, o deixou sensibilizado.
3. Por que foi preciso que ele passasse por esta dor?
R: Para que se transformasse, para que mudasse o rumo de sua vida.
III. DESENVOLVIMENTO:
1. Como pode um homem verificar se está cumprindo verdadeiramente a lei de justiça, de amor e caridade?
R: Interrogando a própria consciência sobre os seus próprios atos e se está fazendo aos outros aquilo que ele desejaria que lhe fizessem.
2. Por que o sentimento de amor e caridade ao próximo está incluído entre as qualidades do homem de bem?
R: O exercício da caridade impulsiona o homem a pensar nos outros, antes de pensar em si mesmo. Esta prática ajuda o desenvolvimento das demais.
3. Se o homem é bom, humano e benevolente apenas para um grupo de pessoas, ele é um homem de bem?
R: Não, pois ele deve agir sem distinção de classe social, de raça ou crença, porque vê em todos os homens irmãos seus.
4. Os homens que cumprem suas obrigações sociais são homens de bem?
R: Segundo o julgamento dos homens, sim. Nem sempre, porém, perante Deus. A educação humana que não tem suporte no Evangelho é um verniz que desbota à menor contrariedade, transformando homens cultos e bem vestidos em feras humanas.
5. Qual o caminho para sermos homens de bem?
R: Seguir o Evangelho, o código de conduta de caráter universal , baseado nas leis de Deus.
IV. FIXAÇÃO DO CONTEÚDO:
Dividir a turma em grupos peça que deêm exemplos de homens de bem, ou podemos citar alguns nomes (Dr. Beserra, Chico Xavier, Divaldo, Allan Kardec etc) listando suas qualidades.
Podemos levar biografias de alguns espiritas e cada grupo, falara sobre a personagem.
V. PROCEDIMENTO DIDÁTICO:
Aula expositiva
VI. RECURSOS:
Livros, cartazes
VII. BIBLIOGRAFIA:
Kardec, Allan – O Evangelho Segundo o Espiritismo
Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos
Xavier, Francisco Cândido e Waldo Vieira – A Vida Escreve

AULA - Solidariedade e Caridade
Objetivos: Ajudá-los a perceber que o problema de uma pessoa não prejudica somente a ela; que o egoísmo é um empecilho à felicidade; que muitos males podem ser evitados, se deixarmos de nos ocupar somente da nossa satisfação ou, no máximo, da dos que estão mais próximos; que caridade e solidariedade são valores que precisam ser cultivados, não só porque nos dizem que deve ser assim, mas porque são ferramentas de promoção do bem-estar geral; que a sociedade é um organismo vivo, no qual um "órgão" depende constantemente do outro; que ajudar não é fazer o mais fácil, nem o que queremos, mas o que aquele que auxiliamos *precisa realmente* que façamos.
Dinâmica inicial
Enrolar os braços dos participantes com cartolinas de modo que não possam dobrar os braços. Dar um pirulito para cada um dizendo que podem comê-lo.Alguns poderão pensar que é um teste de habilidade, mas muitos perceberão que abrir o seu pirulito sozinho é muito dificil e se um der na boca do outro, este fará o mesmo consigo e todos comerão os pirulitos.
. Narrar para eles a historinha abaixo:
Objetivos: Ajudá-los a perceber que o problema de uma pessoa não prejudica somente a ela; que o egoísmo é um empecilho à felicidade; que muitos males podem ser evitados, se deixarmos de nos ocupar somente da nossa satisfação ou, no máximo, da dos que estão mais próximos; que caridade e solidariedade são valores que precisam ser cultivados, não só porque nos dizem que deve ser assim, mas porque são ferramentas de promoção do bem-estar geral; que a sociedade é um organismo vivo, no qual um "órgão" depende constantemente do outro; que ajudar não é fazer o mais fácil, nem o que queremos, mas o que aquele que auxiliamos *precisa realmente* que façamos.
Dinâmica inicial
Enrolar os braços dos participantes com cartolinas de modo que não possam dobrar os braços. Dar um pirulito para cada um dizendo que podem comê-lo.Alguns poderão pensar que é um teste de habilidade, mas muitos perceberão que abrir o seu pirulito sozinho é muito dificil e se um der na boca do outro, este fará o mesmo consigo e todos comerão os pirulitos.
. Narrar para eles a historinha abaixo:
A RATOEIRA
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!A galinha disse:- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.O rato foi até o porco e disse:- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher. O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.A mulher melhorou e acabou morrendo.Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.. Perguntar se gostaram da história, o que acharam do comportamento de cada um dos animais personagens, se o final poderia ter sido diferente, caso aqueles com que o rato foi falar tivessem agido de outra forma.* Deixar que dêem suas respostas livremente e comentá-las.Em seguida, levá-los a ver que a galinha, o porco e a vaca foram extremamente egoístas, negando-se a fazer qualquer movimento prático em auxílio ao rato. Todos pensavam que nada lhes ocorreria por causa da ratoeira. Contudo, com o desenrolar dos fatos, o rato, que era o único preocupado no início, acabou por ser o único poupado pela morte. Se os animais que se recusaram a dar maior atenção ao problema do rato tivessem tentado ajudar, muito provavelmente a cobra não teria sido apanhada, a mulher não levaria a picada e os bichos que viraram alimento não teriam ido parar na panela.Qual a grande lição do texto?* APós ouvir-lhes as opiniões, mostrar-lhes que, "se há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre perigo". Em termos mais simples, se existe uma pessoa com uma dificuldade, ela não é a única prejudicada.
. Perguntar-lhes de que forma os animais da história poderiam ter ajudado o rato.
. Perguntar-lhes de que forma os animais da história poderiam ter ajudado o rato.
. Perguntar: Se vocês estão com um problema na barriga, dizem que ela está doente ou que vocês estão?* É provável que respondam a segunda hipótese. Não costumamos tratar as partes do nosso corpo como seres a parte do resto. Se estamos com dor na barriga, ela não é a única afetada, pois está ligada ao restante do nosso organismo. Se nossa perna dói, não atenderá a um comando de nosso cérebro para correr, nem poderá nos levar a qualquer lugar. Se nossa mente se desequilibra, vários aspectos de nossa vida serão afetados.A sociedade é também um organismo em que o que acontece com uma parte afeta o todo. Se vimos que os problemas dos outros podem nos atingir, como devemos agir com relação a eles?* Após as participações dos evangelizandos, auxiliá-los na percepção de que solidariedade e caridade são imprescindíveis para o bem-estar geral.Se tiverem dificuldade com o conceito de solidariedade, explicar que é a capacidade de ver o problema do outro, de se importar e de buscar solução para ele. Comentar que, enquanto houver uma pessoa no mundo com fome, sede, frio ou doença, ele não será um lugar totalmente feliz. É a indiferença de muitos, fruto do egoísmo, que gera os grandes problemas sociais.É bom lembrar que ser solidário e caridoso de verdade é compreender quem nos chega com um problema e nos dispormos ao auxílio, mas da forma que os ensinamentos cristãos nos mostram que ela precisa, não como nós queremos ou ela deseja.

Pai de todo jeito
Pode ser novo,pode ser velho;
Pode ser branco, negro ou amarelo;
Pode ser rico ou pobre;
Pode ser solteiro, casado, viúvo ou divorciado;
Pode estar aqui ou já ter ido embora;
Pode ter tido filhos ou adotado-os;Pode ter casa ou morar na rua;
Pode usar terno ou tanga;
Pode estar trabalhando ou desempregado;
Pode ser tanta coisa ou simplesmente PAI.
Mas todos, sem faltar um sequer,fazem parte da Criação.
Que não só hoje,mas em todos os dias desta vidapossam ser lembrados como aquele que:
Muitas vezes não dormiu,
Muitas vezes ficou pensando na comida para levar para casa,
Muitas vezes engoliu sapos,
Muitas vezes chorou escondido,Muitas vezes gargalhou,
Muitas vezes perdeu a hora,
Assinar:
Comentários (Atom)












































