
AULA: O homem de bem
I.OBJETIVOS:
Levar o aluno a:
* identificar as principais qualidades de um homem de bem;
* analisar os seus próprios atos, ajustando-os a essas qualidades;
* conscientizar-se da necessidade de promover a reforma íntima, a fim de tornar-se um
homem de bem.
II. INCENTIVAÇÃO:
Narrar a história “O Livro-Libelo”, do livro A Vida Escreve, psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
Conta-se que um famoso advogado não escondia a repulsa que experimentava pela Doutrina Espírita. Nos lugares que freqüentava, se a conversa girasse sobre algum tema do Espiritismo, ele escorregava logo para o deboche:
- Essa história de Espiritismo, só num tratado psiquiátrico- falava com ironia e saía espalhando difamações.
Ele se tornou um adversário do Espiritismo e aproveitou um longo período de férias numa fazenda para escrever um livro contra os ensinamentos espíritas. Era um livro-acusação, um livro de ódio.
Quando se reunia com os amigos, costumava ler algum trecho, em que médiuns eram denunciados e vaiados de maneira cruel. E se divertia, ele e os companheiros, enquanto bebiam um e outro gole de whisky. Quando se preparava para enviar o volume à editora para ser publicado, aconteceu o inesperado.
Dirigia ele um carro luxuoso, perto de um grupo escolar, quando um menino atravessou a rua correndo e foi atropelado sob as rodas do carro. Criou-se logo um tumulto à volta, os policiais chegaram. Ele mesmo apanha o corpo inanimado da criança e, de coração agoniado, procura a residência do menino.
Ele tem consciência de que não foi culpado, mas o seu coração está dilacerado pela dor. Chorando copiosamente, entrega o menino morto aos pais que, em prantos, o recebem sem a mínima queixa.
O pai acaricia os cabelos da criança em silêncio e a mãezinha ora em lágrimas.
O advogado esperava ser humilhado, ferido, acusado. Encontra ali, porém, resignação e serenidade. Pergunta então pela instauração do processo de indenização, mas o chefe da família responde firme: - Nada disso. O doutor não teve culpa nenhuma. Ninguém faria isso por querer. Os desígnios de Deus foram cumpridos...
A mãe do menino, enxugando o rosto, acrescenta: - Choramos, como é natural, mas não desejamos nenhuma indenização. Deus sabe o que faz.
Ele ainda insiste com o dono da casa, mas ele lhe corta e palavra e diz: - O senhor está sofrendo tanto quanto nós... Ore conosco, a fim de se acalmar.
Admirando-lhes a paciência cristã, o advogado pergunta: - Que religião professam?
- Nós somos espíritas – informou o pai da vítima.
O advogado baixou a cabeça e ali permaneceu, sensibilizado e prestimoso, até a realização dos funerais.
À noite, em casa, de coração transformado, fechou-se em seu quarto e rasgou o livro-libelo que tinha escrito.
1. Por que o advogado tinha repulsa pela Doutrina Espírita?
R: Porque ele não tinha o conhecimento dos ensinamentos espírita e fazia um julgamento errado.
2. Como ele se sentiu quando conversou com os pais da criança?
R: Pensou que seria humilhado, acusado, ferido. No entanto, a resignação daqueles pais sofridos, que também reconheceram o seu sofrimento, o deixou sensibilizado.
3. Por que foi preciso que ele passasse por esta dor?
R: Para que se transformasse, para que mudasse o rumo de sua vida.
III. DESENVOLVIMENTO:
1. Como pode um homem verificar se está cumprindo verdadeiramente a lei de justiça, de amor e caridade?
R: Interrogando a própria consciência sobre os seus próprios atos e se está fazendo aos outros aquilo que ele desejaria que lhe fizessem.
2. Por que o sentimento de amor e caridade ao próximo está incluído entre as qualidades do homem de bem?
R: O exercício da caridade impulsiona o homem a pensar nos outros, antes de pensar em si mesmo. Esta prática ajuda o desenvolvimento das demais.
3. Se o homem é bom, humano e benevolente apenas para um grupo de pessoas, ele é um homem de bem?
R: Não, pois ele deve agir sem distinção de classe social, de raça ou crença, porque vê em todos os homens irmãos seus.
4. Os homens que cumprem suas obrigações sociais são homens de bem?
R: Segundo o julgamento dos homens, sim. Nem sempre, porém, perante Deus. A educação humana que não tem suporte no Evangelho é um verniz que desbota à menor contrariedade, transformando homens cultos e bem vestidos em feras humanas.
5. Qual o caminho para sermos homens de bem?
R: Seguir o Evangelho, o código de conduta de caráter universal , baseado nas leis de Deus.
IV. FIXAÇÃO DO CONTEÚDO:
Dividir a turma em grupos peça que deêm exemplos de homens de bem, ou podemos citar alguns nomes (Dr. Beserra, Chico Xavier, Divaldo, Allan Kardec etc) listando suas qualidades.
Podemos levar biografias de alguns espiritas e cada grupo, falara sobre a personagem.
V. PROCEDIMENTO DIDÁTICO:
Aula expositiva
VI. RECURSOS:
Livros, cartazes
VII. BIBLIOGRAFIA:
Kardec, Allan – O Evangelho Segundo o Espiritismo
Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos
Xavier, Francisco Cândido e Waldo Vieira – A Vida Escreve
I.OBJETIVOS:
Levar o aluno a:
* identificar as principais qualidades de um homem de bem;
* analisar os seus próprios atos, ajustando-os a essas qualidades;
* conscientizar-se da necessidade de promover a reforma íntima, a fim de tornar-se um
homem de bem.
II. INCENTIVAÇÃO:
Narrar a história “O Livro-Libelo”, do livro A Vida Escreve, psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
Conta-se que um famoso advogado não escondia a repulsa que experimentava pela Doutrina Espírita. Nos lugares que freqüentava, se a conversa girasse sobre algum tema do Espiritismo, ele escorregava logo para o deboche:
- Essa história de Espiritismo, só num tratado psiquiátrico- falava com ironia e saía espalhando difamações.
Ele se tornou um adversário do Espiritismo e aproveitou um longo período de férias numa fazenda para escrever um livro contra os ensinamentos espíritas. Era um livro-acusação, um livro de ódio.
Quando se reunia com os amigos, costumava ler algum trecho, em que médiuns eram denunciados e vaiados de maneira cruel. E se divertia, ele e os companheiros, enquanto bebiam um e outro gole de whisky. Quando se preparava para enviar o volume à editora para ser publicado, aconteceu o inesperado.
Dirigia ele um carro luxuoso, perto de um grupo escolar, quando um menino atravessou a rua correndo e foi atropelado sob as rodas do carro. Criou-se logo um tumulto à volta, os policiais chegaram. Ele mesmo apanha o corpo inanimado da criança e, de coração agoniado, procura a residência do menino.
Ele tem consciência de que não foi culpado, mas o seu coração está dilacerado pela dor. Chorando copiosamente, entrega o menino morto aos pais que, em prantos, o recebem sem a mínima queixa.
O pai acaricia os cabelos da criança em silêncio e a mãezinha ora em lágrimas.
O advogado esperava ser humilhado, ferido, acusado. Encontra ali, porém, resignação e serenidade. Pergunta então pela instauração do processo de indenização, mas o chefe da família responde firme: - Nada disso. O doutor não teve culpa nenhuma. Ninguém faria isso por querer. Os desígnios de Deus foram cumpridos...
A mãe do menino, enxugando o rosto, acrescenta: - Choramos, como é natural, mas não desejamos nenhuma indenização. Deus sabe o que faz.
Ele ainda insiste com o dono da casa, mas ele lhe corta e palavra e diz: - O senhor está sofrendo tanto quanto nós... Ore conosco, a fim de se acalmar.
Admirando-lhes a paciência cristã, o advogado pergunta: - Que religião professam?
- Nós somos espíritas – informou o pai da vítima.
O advogado baixou a cabeça e ali permaneceu, sensibilizado e prestimoso, até a realização dos funerais.
À noite, em casa, de coração transformado, fechou-se em seu quarto e rasgou o livro-libelo que tinha escrito.
1. Por que o advogado tinha repulsa pela Doutrina Espírita?
R: Porque ele não tinha o conhecimento dos ensinamentos espírita e fazia um julgamento errado.
2. Como ele se sentiu quando conversou com os pais da criança?
R: Pensou que seria humilhado, acusado, ferido. No entanto, a resignação daqueles pais sofridos, que também reconheceram o seu sofrimento, o deixou sensibilizado.
3. Por que foi preciso que ele passasse por esta dor?
R: Para que se transformasse, para que mudasse o rumo de sua vida.
III. DESENVOLVIMENTO:
1. Como pode um homem verificar se está cumprindo verdadeiramente a lei de justiça, de amor e caridade?
R: Interrogando a própria consciência sobre os seus próprios atos e se está fazendo aos outros aquilo que ele desejaria que lhe fizessem.
2. Por que o sentimento de amor e caridade ao próximo está incluído entre as qualidades do homem de bem?
R: O exercício da caridade impulsiona o homem a pensar nos outros, antes de pensar em si mesmo. Esta prática ajuda o desenvolvimento das demais.
3. Se o homem é bom, humano e benevolente apenas para um grupo de pessoas, ele é um homem de bem?
R: Não, pois ele deve agir sem distinção de classe social, de raça ou crença, porque vê em todos os homens irmãos seus.
4. Os homens que cumprem suas obrigações sociais são homens de bem?
R: Segundo o julgamento dos homens, sim. Nem sempre, porém, perante Deus. A educação humana que não tem suporte no Evangelho é um verniz que desbota à menor contrariedade, transformando homens cultos e bem vestidos em feras humanas.
5. Qual o caminho para sermos homens de bem?
R: Seguir o Evangelho, o código de conduta de caráter universal , baseado nas leis de Deus.
IV. FIXAÇÃO DO CONTEÚDO:
Dividir a turma em grupos peça que deêm exemplos de homens de bem, ou podemos citar alguns nomes (Dr. Beserra, Chico Xavier, Divaldo, Allan Kardec etc) listando suas qualidades.
Podemos levar biografias de alguns espiritas e cada grupo, falara sobre a personagem.
V. PROCEDIMENTO DIDÁTICO:
Aula expositiva
VI. RECURSOS:
Livros, cartazes
VII. BIBLIOGRAFIA:
Kardec, Allan – O Evangelho Segundo o Espiritismo
Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos
Xavier, Francisco Cândido e Waldo Vieira – A Vida Escreve









